Caminho das Artes

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O que é?

As casas museu Beth Carvalho, Maysa Monjardim e Darcy Ribeiro, com o anexo cultural Berta Gleizer; juntas à Praça das Utopias, foram criadas com vista para a Praia de Cordeirinho e têm a intenção de trabalhar a promoção cultural, turística e econômica de Maricá, compondo o Caminho das Artes.

Casa Museu Darcy Ribeiro

A Casa Museu Darcy Ribeiro, inaugurada em maio de 2024, junto ao anexo cultural Berta Gleizer, expressam a importância de Darcy aos estudos do povo brasileiro. As intervenções na construção idealizada por Oscar Niemeyer recebem o projeto do renomado arquiteto Gringo Cardia.

No terreno ao lado da casa, na Rua 119, será construído um anexo que vai abrigar um auditório, uma biblioteca e um café, recebendo o nome da esposa de Darcy, Berta Gleizer.

O interior da casa erguida há cerca de 30 anos recebeu painéis digitais onde serão apresentadas a vida e a obra do antropólogo, historiador, sociólogo, escritor e político, que finalizou ali seu mais famoso livro, “O Povo Brasileiro”, além de viver parte de seus últimos dias. Na programação das obras está prevista também a implantação de acessibilidade na construção e um deck interligando-a com a futura Praça da Utopia e com outra casa museu na rua ao lado, a da sambista Beth Carvalho, cujo projeto está em processo de licitação.

Casa Museu Beth Carvalho

A proposta do espaço é ser um museu dedicado à Beth Carvalho, mas que abre para o samba do Brasil, para expressar a trajetória e a memória da grande sambista, falecida em abril de 2019, que revelou grandes nomes da música e não escondeu sua inquietação política social com um país mais justo e democrático. A residência, localizada na Praia de Cordeirinho, será transformada num museu em homenagem à eterna “Madrinha do Samba”.

A partir de Beth será mostrado um pouco da história do samba, com toda a velha guarda que a cantora valorizou – Cartola, Nelson Cavaquinho, etc. – e a nova geração que ela incentivou e que se tornaram grandes cantores do país: Zeca Pagodinho, Xande de Pilares, Dudu Nobre…

A casa museu tem a sala do Sambas do Brasil, por onde será possível conhecer os diversos tipos de samba a depender das regiões do país – samba rock, exaltação, etc. Há, inclusive, lugar para essa discussão, além de ser um núcleo vivo de samba e pagode em Maricá em um lugar muito aconchegante e com qualidade para mostrar tanto conteúdo cultural.

A sensação será como se o visitante estivesse dentro de um carro alegórico da Mangueira, com objetos da Beth, como peças de vestuário, algumas joias, discos, livros, documentos, todos no camarim da Beth, vão se misturar com uma atmosfera de entretenimento. Haverá um espaço como se fosse um mini palco para pequenos shows, de 50 a 70 pessoas. Também terá salas interativas para o visitante aprender a sambar, tocar um instrumento de escola de samba e ter um pouco da noção do ritmo. O espaço será tecnológico, interativo, lúdico e musical.

Haverá um corredor com discos da Beth Carvalho, seguido de três salas de cinema: uma com a biografia dela, outra dela como a Madrinha do Samba, e outro vídeo mostrando toda sua face de historiadora e pesquisadora. A sala Sambas do Brasil traz outro conteúdo audiovisual. Na parte central, terá um espaço onde será possível ouvir as músicas da Beth e, ao mesmo tempo, é um mini palco, onde pode ter esses shows de samba e pagode.

O museu poderá abrir além do horário comercial para ser um espaço de entretenimento. Uma cozinha, com aquela ideia de quintal, feijoada, espaço aberto para receber as pessoas, vai integrar o ambiente, e da varanda inteira será possível olhar o mar em um prolongamento desse bar/cozinha/quintal.

Mais atrás, no segundo piso, com a sala interativa, que se transforma em cinema para exibição do filme “Andança – Os Encontros e as Memórias de Beth Carvalho” (2023), de Pedro Bronz, com uma sessão semanal de duas horas.

O terraço fica no terceiro piso que é quase um mirante com uma vista espetacular, para o público sentar e apreciar a praia, com vista também para a Casa Darcy Ribeiro de um lado e do outro lado a Praça da Utopia, que irá acolher o pessoal do rap, da poesia, do samba, na Praia de Cordeirinho, com facilidade de vestiários, com banheiro para os banhistas, com uma torre de mirante.

Terá um espaço dedicado a uma homenagem também aos artesãos de Maricá, com bastante material do senhor Lírio, que tem uma fábrica de estátuas e de adornos coloridos que enfeitam várias casas da região.

O projeto está na fase inicial da licitação das obras. A inauguração está prevista para 2025. A gestão será feita por uma organização civil especializada em gestão de museus, a ser definida por meio de chamamento público conduzido pela Codemar, dentro do regime estabelecido pelo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC).

Casa Museu Maysa Monjardim

O Museu Casa Maysa Monjardim tem como objetivo mostrar a história e resgatar a memória de uma das mais importantes cantoras brasileiras, criando um espaço identitário da MPB. A casa Maysa foi construída em estilo grego e projetada pelo cenógrafo Gianni Rato, que a dividiu em três planos: plano da realidade e do território; o plano da memória e o plano do sonho.

Entre os objetos que comporão o acervo estão as centenas de cartas manuscritas que falam desde amor à desabafos, letras de músicas escritas em guardanapo, fotos, pinturas, músicas que não foram gravadas, pintura de quadros, publicações de jornais da época, entre outros objetos. Jayme Monjardim classificou a ação como a realização de um sonho em poder transformar o imóvel em um Museu Casa.

Praça das Utopias

As três casas juntas: do Darcy Ribeiro, da Maysa Monjardim e da Beth Carvalho formarão o Caminho das Artes, um conjunto de equipamentos de cultura que inclui um deque conectando os imóveis à Praça das Utopias, um espaço aberto, multifuncional e voltado para a interação entre pessoas, fomentando o pensamento e a criação e difusão cultural.

O espaço também contará com vestiário, chuveirão para os banhistas que forem na Praia de Cordeirinho, biblioteca, lounge, mini teatro para apresentações e um observatório com vista panorâmica para o mar. O projeto da praça é do renomado arquiteto Gringo Cardia.

Contato para tirar dúvidas

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Responsabilidade

Diretoria de Economia Criativa e Sustentabilidade

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