Local faz gestão de energia e resíduos
O Aeroporto de Maricá conta com ações de energia elétrica sustentável, como a utilização das telhas de fibra translúcida, adotada em todos os hangares. Com isso, há a economia de energia elétrica, já que eles conseguem hangarar as aeronaves sem precisar de nenhum auxílio de iluminação artificial, apenas a natural, solar, que é uma energia limpa.
Além disso, estão avançadas as obras da usina fotovoltaica no Aeroporto de Maricá. A usina terá, em média, 7.900 paineis solares, cobrindo uma área de 40 mil m² (equivalente a quase cinco campos de futebol). A capacidade de produção é de cerca de 30 megawatts.

O Terminal de Passageiros (TPS) do Aeroporto de Maricá é todo construído com vidro. Dessa forma, não é necessário, durante o dia, utilização de lâmpadas de nenhum tipo, auxiliando na eliminação de energia elétrica. Além disso, as lâmpadas do estacionamento do aeroporto são de LED, que são mais econômicas no consumo de eletricidade.
Gestão de resíduos
A segregação de resíduos também é feita no Aeroporto de Maricá. Todas as salas dentro do Aeroporto possuem coletores com três partes para atender a coleta de resíduos recicláveis, tanto de lixo úmido quanto de lixo seco.

Os moradores de Maricá também podem deixar seus resíduos em cicléias (grandes compartimentos de lixo reciclável) localizadas no Aeroporto de Maricá. Assim, funcionários da empresa e a população em geral podem dar o descarte correto para materiais recicláveis (papelão, garrafas pet, etc).
Desde 2022, o Aeroporto de Maricá também realiza a entrega de copos reutilizáveis e orientação sobre o descarte consciente de lixo para os colaboradores do local. Já os passageiros utilizam copos biodegradáveis.
Lixo eletrônico
O Aeroporto de Maricá também tem um ecoponto que recolhe o lixo eletrônico. No local, funcionários e moradores da cidade podem fazer o descarte correto de equipamentos eletrônicos que pararam de funcionar ou que não têm mais utilidade.

O Instituto Nova Agora de Cidadania (Inac) é o responsável pela coleta dos equipamentos e quem os dá vida nova através do Programa Computadores para Inclusão, que tem como objetivo apoiar e viabilizar iniciativas de promoção da inclusão digital por meio dos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRC), que são espaços físicos adaptados para o recondicionamento de equipamentos eletroeletrônicos, tratamento de resíduos eletroeletrônicos e para a realização de cursos e oficinas realizadas para pessoas em situação de vulnerabilidade social .
Inicialmente é feita uma triagem do material, onde a equipe seleciona os equipamentos eletrônicos que não são utilizados no recondicionamento, e após a classificação e separação, os resíduos são destinados à reciclagem, sendo em sua maioria ferro, plástico, cobre, alumínio e placas de circuito impresso.