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    Variedades de feijões fazem parte de horta do Inova

    Grãos especiais são excelentes fontes de renda

    Fortalecer a economia do mundo com o plantio de variedades de feijões especiais é uma das atividades do Inova Agroecologia. Com uma grande variação de cores, esses feijões conseguem preços atrativos em feiras e mercados de nicho, constituindo-se assim numa excelente fonte de renda ao pequeno agricultor.

    O Inova é desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar) em conjunto com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Ao longo dos últimos meses, o projeto vem capacitando agricultores em agroecologia e cultivos orgânicos de uma série de alimentos como batatas-doces coloridas, mais de 50 tipos de tomates (até azuis), aipim, cana-de-açúcar, pitayas e outros. A meta é incentivar produções com maior valor agregado no campo.

    Diversas são as variedades cultivadas na fazenda pública Joaquin Piñero, no Espraiado. É o que explica o coordenador do Inova Agroecologia, Antônio Abboud.

    Foto:Leonardo_Fonseca

    “Há  feijões de diversas espécies como as favas, tradicionais no nordeste brasileiro e bastante resistentes à seca, o feijão-de-metro, que é uma hortaliça de origem asiática pouco conhecida no Brasil. E também o feijão manteiguinha de Santarém, uma iguaria da região Norte parecido com o  feijão fradinho, porém de grãos bem menores”, diz.

    De acordo com Abboud, há ainda variedades de origem asiática como o feijão azuki e o feijão mungo, muito populares entre pessoas de alimentação vegana.

    “O feijão mungo é usado para se produzir ‘brotos de feijão’  muito comum na culinária asiática. Por último destacamos o feijão alado, com grãos de alto teor em proteína, bem superior aos demais. Dele se aproveita para alimentação as folhas como hortaliça, as vagens verdes e os grãos secos. De quebra, as plantas velhas produzem uma ‘batata’  comestível pelo engrossamento das raízes”, explica.

    Segundo ele, toda variedade pode ser vista em  seus estágios iniciais de crescimento com fase de colheita para o fim do mês de junho. O objetivo é distribuir sementes para os agricultores da cidade e realizar cursos sobre suas culturas e manejos.

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